MENTOPLASTIA DE AUMENTO (cirurgia do queixo)
O queixo (mento) constitui um dos principais pontos de referência no estudo estético da face.
O queixo ideal deverá observar um posicionamento dentro de certos limites estéticos, fazendo um conjunto harmônico juntamente com outros setores como o nariz, olhos, boca, etc.
Poderá se apresentar situada em posição mais avançada ou mais retraída, em relação ao seu posicionamento. Para ambos os casos existem correções cirúrgicas.
A mentoplastia mais comum é aquela que visa corrigir o retro-posicionamento (queixo retraído), através da inclusão de uma peça de silicone. Não haverá grandes alterações fisionômicas. Apenas haverá um melhor equilíbrio da fisionomia, mantendo as características individuais.
Geralmente a mentoplastia de aumento é indicada em pacientes adultos. Caso se trate de correção exclusivamente do mento, a anestesia é a local (com ou sem sedação prévia). Em muitos casos o próprio cirurgião recomenda a associação com uma rinoplastia, visando um melhor equilíbrio estético da face. Quando há associação de cirurgias será avaliada a necessidade de empregar-se uma anestesia geral.
O cirurgião poderá fazer uma cicatriz interna (dentro da boca) ou mediante uma pequena incisão na parte inferior do queixo. Infecções intra-orais deverão ser tratadas antes de submeter-se à cirurgia.
O cirurgião geralmente modela a peça num bloco de silicone ou se utiliza peça pré-moldada (existem vários tamanhos, que podem ser apresentadas ao (à) paciente durante as entrevistas pré-operatórias).
Costuma-se fazer um tipo de curativo local de manutenção com fins de ajudar a manter a prótese fixada. Além do mais, este curativo serve de proteção a eventuais traumatismos que possam ocorrer nos primeiros dias.
Dependendo da atividade, apenas um dia de repouso é necessário. Casos especiais poderão determinar cuidados relativos por 4 a 5 dias, sem contudo necessitar de repouso absoluto. Geralmente não há dor no pós-operatório. Mesmo que ocorra um discreto desconforto, poderemos neutralizá-la com o uso de analgésicos comuns.
Há mais de 35 anos vem sendo empregado o silicone na forma sólida, em todo o mundo, com milhares de pacientes operados, sem que se tenha assinalado a presença de ação cancerígena do silicone. Trata-se de substância inerte ao organismo e que se mantém em seu lugar de introdução, dentro de uma cápsula fibrosa que o próprio organismo se encarrega de elaborar, logo nos primeiros dias. Raros são os casos de eliminação da peça. Quando isto acontece (geralmente devido a problemas no pós-operatório imediato por infecção, traumatismo sobre a área operada, hemorragia, etc.), retira-se a peça mediante simples cirurgia sob anestesia local, sem ficar qualquer seqüela. Posteriormente poderá ser reintroduzida nova peça. O Silicone, na forma líquida, é condenado para uso médico.
Microcorrente, Drenagem Linfática, Ultrasom, Eletroporação, Hidratação, Esfoliação e Fotomodulação com LEDS poderão ser utilizados, separados ou em conjunto, para acelerar a recuperação e o resultado pós-operatório. Laser Nd Yag de 1064 nm, Thermacool, Cosmecêuticos, Toxina Botulínica e Preenchimentos vários podem complementar e otimizar o resultado final.