CORREÇÃO DE CICATRIZES
Todo corte que a pele sofre gera uma cicatriz e o aspecto que ela vai assumir depende de vários fatores como: herança genética, idade, diabetes, movimentos bruscos durante o processo de cicatrização, exposição solar e até falta de vitaminas e de hidratação da pele.
Em alguns casos, uma cicatriz pode tornar-se um trauma maior que o problema que a gerou, como acontece em cirurgias estéticas, e necessita ser removida.
Podem ser utilizados os seguintes procedimentos técnicos: ressecção simples e sutura, ressecção e avanço de retalho, ressecção com enxerto, ressecção e zetaplastia, uso de expansores cutâneos. A anestesia pode ser local e sedação ou geral, de acordo com a extensão e localização da cicatriz. O pós-operatório terá suas particularidades, de acordo com a técnica indicada.
É recomendável a compressão da cicatriz (através de malhas elásticas e placas de silicone), utilizar bloqueador solar e evitar movimentos que causem tensão sobre a cicatriz.
Infiltração de corticóide, radioterapia superficial ou a betaterapia podem ser indicadas após a ressecção de cicatriz queloideana para prevenção do seu reaparecimento, ou em pessoas com história de desenvolvimento de quelóide anteriormente.
Uma orientação mais detalhada sobre terapia não cirúrgica pode ser encontrada no tópico de Cicatrizes Inestéticas.